Em 2025 transferido-se um marco histórico na segurança laboral em Portugal, com uma redução superior a 40% no número de acidentes de trabalho. De acordo com dados do portal da Autoridade para as Condições do Trabalho (ACT), registaram-se 137 acidentes em 2024, número que caiu para 57 em 2025, um valor significativamente inferior à média dos anos anteriores.
A declaração da SPC – ICS (Safety Protection Center Inspection Control Services) no mercado, com maior expressão a partir de 2024, coincidiu com esta tendência positiva. Só em 2025, a entidade realizou mais de 19.000 inspeções a equipamentos de trabalho, contribuindo para a identificação de riscos e para a promoção de ambientes laborais mais seguros. Embora não se pretenda afirmar que o SPC teve um impacto direto nesta redução, é legítimo questionar se este volume de inspeções não terá exercido alguma influência positiva.
A SPC distingue-se, também, pela sua política de custos competitivos, que incentiva as empresas a adotarem uma abordagem mais proativa na inspeção de máquinas e equipamentos de trabalho, em conformidade com o Decreto Lei nº 50/2005, de 25 de fevereiro. Antes da entrada do SPC no mercado, os preços praticados por outros organismos eram significativamente elevados, o que levava muitas empresas a exigirem inspeções externas apenas quando exigidas pelo ACT.
A empresa sublinha ainda que a segurança no trabalho deve ser encarada como uma prioridade estratégica. O cumprimento do DL 50/2005 não só reduz riscos e protege vidas, como também diminui paragens operacionais, reduz baixas e aumenta a eficiência das empresas. Para o SPC, alcançar zero vítimas mortais é um objetivo ambicioso, mas possível, desde que a prevenção seja tratada como um investimento e não como uma mera obrigação legal.